Outro poema sentimental.

Eu só queria te dizer

Que mesmo sem eu querer

Meus olhos te procuram

Em meio a multidão

Que minha mente

tenta decorar cada parte do seu rosto

ao longo de anos

Que apesar de eu querer te esquecer

Você é a primeira pessoa que eu vejo em minha mente

Ao amanhecer

Que eu fui tão idiota

Em achar que não iria lhe perder

Que eu sinto muito

Por ter amado você

Pode me chamar de louca, mas eu fico criando histórias para as pessoas que passam pela rua, e essa foi uma criada a partir de uma moça loura que chorava na praça.

Mais um poema bobo sobre o amor.

Hoje eu percebi

Que aquele rostinho bonito

Não era mais do que memórias

Do meu primeiro amor

Aquele que me amou

Me iludiu

Me decepcionou.

Apesar de todas as falhas

Eu sempre o amei

E o amarei

Desde ao amanhecer

Até o anoitecer

Todos os dias do ano.

O menino

Que eu achava que amava

Era só uma lembrança

Um fragmento

De um outro

Que conquistou meu coração

Me desestabilizando com seu olhar

Me causando borboletas no estômago

Ao ver seu sorriso

E sua risada.

Ele mal deve saber

A dor que me causou

As cicatrizes que tive que costurar

Sozinha

A sensação de perda

E os pensamentos incansáveis

Afirmando que eu poderia tê-lo feito não desistir

Do nosso amor

Apesar de que, talvez ele nem sabia que era recíproco.

Há quem diga

Que sou muito nova para amar

Mas do que adiantaria ser velha

E não amar?

Blá, blá, blá. Me julguem.